Ao menos duas mil crianças de comunidades ribeirinhas dos rios Amazonas e Negro estão sem aula há mais de 30 dias porque a Prefeitura de Manaus deixou de fornecer combustível para o transporte dos alunos que se deslocam, principalmente, de lanchas.
Se os moradores não denunciarem como iríamos saber, que vergonha em seu Prefeito, deixando as crianças sem estudo, vergonhoso essa atitude, mais respeito com a população que paga seus impostos e que não mereci receber isso em troca.
Ao menos duas mil crianças de comunidades ribeirinhas dos r
Se os moradores não denunciarem como iríamos saber, que vergonha em seu Prefeito, deixando as crianças sem estudo, vergonhoso essa atitude, mais respeito com a população que paga seus impostos e que não mereci receber isso em troca.çAo menos duas mil crianças de comunidades ribeirinhas dos rios Amazonas e Negro estão sem aula há mais de 30 dias porque a Prefeitura de Manaus deixou de fornecer combustível para o transporte dos alunos que se deslocam, principalmente, de lanchas.
A denúncia é de moradores dessas comunidades e foi encaminhada ao BNC pelo vereador Waldemir José (PT), que já antecipou que fará uma representação ao Ministério Público Federal, ao Ministério Público Estadual e à Ouvidoria da prefeitura para que o caso seja apurado.
Para o petista, a situação é extremamente grave porque prejudica as atividades escolares nos lugares onde está concentrada a maior população de analfabetos do município que, segundo dados do IBGE, chegam a quase 30% dos quase 10 mil analfabetos existentes na capital amazonense.
De acordo com ele, o problema é recorrente e já havia sido identificado em fiscalizações que vêm realizando desde o início de seu mandato, em 2013, “mas não era tão grave como se relata agora”, comentou.
“O combustível chegava todos os meses, mas não era suficiente. Fiz várias denúncias e cobranças à Semed para que não houvesse mais a falta de combustível que prejudicava os alunos, porém, nada resolveu; ao contrário, piorou”, disse o parlamentar.
A assessoria de comunicação do município prometeu dar uma resposta sobre o assunto e as informações serão atualizadas neste post.
Atualização às 19h55, com nota da assessoria da Semed. Confira, na íntegra:
“A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informa que as denúncias de corte de combustível e de que há 2 mil crianças há 30 dias sem aula é improcedente. O que ocorre é que o contrato com a empresa que faz o transporte fluvial de combustível foi encerrado e a Unidade Gestora de Compras Manaus (UGCM) estava com processo de licitação em andamento para viabilizar a contratação de nova empresa. A licitação foi concluída no dia 15 de junho e no dia 20 do mesmo mês foi homologada, data também que a Semed abriu processo para contratação da empresa.
A Semed informa, ainda, que apenas uma escola municipal, localizada no Rio Amazonas, foi paralisada completamente e outras três parcialmente, há cerca de 20 dias (16 dias letivos). Os alunos estudarão em calendário especial, para não acarretar em prejuízos das aulas, respeitando os 200 dias letivos preconizados pelo Ministério da Educação (MEC)”.
Fonte: BNC